• Rafael Sanson

Era de Mudanças e transformações


É hora de levantar algumas bandeiras vermelhas e realinhar a estratégia para esse presente vigente. Ainda não há nenhum manual de instrução. Qualquer novo modelo que seja construído deve se alinhar com algumas prioridades:

• Gestão mais descentralizada

• Poder do propósito

• Times distribuídos

• Trabalho em rede

• Transformação digital

• Mindset analítico

• Colaboração

• Comunidades

• Meio ambiente

É hora de repensar o plano de ação! Temos alguns conselhos para esse momento:

1. Corra pequenos riscos. Se você tem uma ideia, vai lá, testa. Começa em pequena escala, conversa com alguns usuários, experimenta. Esse é um ótimo caminho para a evolução do seu negócio. E o cenário pede isso.

2. Prepare-se para lidar com a imprevisibilidade. Ela é real - para todos. Reconhecer o que não deu certo proporcionará o descarte do que não funciona. Assim, você terá os ajustes corretos para chegar ao seu objetivo final.

Erre rápido para ajustar rápido.

3. Desista do desejo de suprimir a aleatoriedade. Ela está aí, quer queira, quer não. O melhor caminho é aceitar, incorporar nos processos e usá-la para promover transformações que gerem valor de negócio. Você escolhe se quer ver o copo meio cheio ou meio vazio.

Não há dúvida que realinhar o planejamento estratégico é a prioridade de todas as empresas. Mas como aplicar isso nesse cenário de transição? Separamos alguns insights que podem clarear as incertezas:

• É hora de olhar para frente. Tente não hiperanalisar a situação. Só entender o que é necessário para criar musculatura e seguir.

• Foque em desenvolver fortalezas. Sim, todos as organizações têm fraquezas - então, está equilibrado.

• Desenvolva o mindset de experimentação na sua empresa, este pode ser seu primeiro passo para chegar a esse novo lugar.


Realinhamento estratégico eficiente

Dicas para você ressignificar diretrizes e o propósito da sua marca:

- Organizar as novas habilidades que o momento pede;

- Adotar modelos de gestão mais eficientes;

- Repensar processos;

- Revisitar ações já planejadas;

- Mapear um ecossistema de ferramentas alinhado ao mundo remoto e digital;

- Olhar com mais atenção para a necessidade de um propósito que carregue a verdade da empresa e esteja vivo em cada processo.

Com certeza, as empresas que estiverem dispostas a construir um modelo mais alinhado a esse novo presente e que colocarem o foco das suas estratégias na proximidade com seus colaboradores, clientes, prestadores de serviço - sua rede inteira.


O que realmente importa agora?

A resposta é simples: reposicionamento estratégico.

O Design Thinking será o nosso pano de fundo para um realinhamento estratégico (ou reframe estratégico, como preferir chamar).

Repensar e entender como as pessoas estão se sentindo, como estão lidando com a nova realidade, que mudanças ela traz e o que temos em comum.

É o Design Thinking que consegue traçar um panorama com todos esses componentes, compreendendo profundamente o indivíduo através de suas análises.

Assim, toda a sua rede de colaboradores fica na mesma página, amplificando o entendimento do negócio nesse momento de transição e de gestão remota.

A redução do ruído é um benefício capaz de fazer uma diferença e tanto nesse cenário que pede agilidade e eficiência. Com certeza ele pode definir o sucesso ou o fracasso do esforço de realinhar suas ações.

Em tempos de incertezas, precisamos entender o indivíduo, conhecer e compreender suas necessidades. Isso nos levará a repensar, também, o modelo do negócio. E é aí que o Design Thinking brilha porque isso é o que ele faz de melhor - propor insumos para escolhas mais alinhadas com o que de fato é importante agora.


Mapeamos um ecossistema bem eficiente que pode ajudar nesse cenário.

Há essa altura do ano o seu planejamento estratégico já estava todo pronto e rodando. Com certeza, levou tempo e operou grande esforço para concluir o plano de ação. Mas, como dissemos ali em cima, imprevisibilidades acontecem. Os que se adaptam com mais agilidade levam a melhor.


Gestão de Trabalho Remoto

Em um mundo hiperconectado, equipes híbridas e distribuídas se tornaram a norma. Fenômenos globais só estão sacudindo as formas tradicionais de trabalho. Mudanças geram incertezas. Elas demandam uma ruptura com as estruturas vigentes e trazem consigo o desconhecido.

Terei o tempo para aprender o que é novo?

Conseguirei me adaptar?

Perderei minha relevância, se não adaptar as novas formas de gerenciar ao meu trabalho?

Automação de processos

Novos tempos pedem novos processos, com escopos bem diferentes. Muitos colaboradores veem suas rotinas transformarem-se da noite para o dia. Priorizar os processos mais estratégicos para o momento atual faz parte da agenda dessa transformação. Imagina se todos os processos operacionais dos seus departamentos de vendas, marketing e comunicação pudessem ser realizados por um robô?

Metodologia de Automação Robótica de Processos (RPA)

Cultura analítica

Hoje, não há como ser competitivo sem Data Science e Analytics.

Nesse cenário de mudanças, ter operações mais inteligentes e orientadas por dados, sem perder a visão humana, é essencial para uma transição de sucesso. Entender o usuário é a força motriz dessa transformação tão urgente.

• Crie soluções para integrar e visualizar os dados – Big Data e Inteligência Artificial vão ajudar.

• Para avaliar e validar suas ações e manter todos as informações ao alcance de todos nada melhor do que contar com um Dashboard.

• Rotinas de acompanhamento de métricas geram insights valiosos para a estratégia do seu negócio e ajustes no planejamento.

DESIGN DE FUTUROS: esteja preparado para o inesperado

Uma das principais características dos humanos é a capacidade de imaginar e de se adaptar. E é por isso que a gente conseguiu construir tudo o que construímos até hoje.

Diante disso, temos certeza que também conseguiremos imaginar e tirar do papel as novas formas de realidade para esse momento – e para todos os que estão por vir.

Sim, somos capazes de construir futuros - inclusive, os mais desejáveis.

As empresas que já estavam flertando com o design de futuros ficaram de pé mais rapidamente com a chegada desse cenário, que mexeu bastante nas regras do jogo.

Muitos sinais fracos, responsáveis por grande parte das mudanças que estamos atravessando agora, já tinham aparecido - a gente tem um caso bom sobre isso. Ela lê o mundo em busca de sinais fracos para, assim, entender os contextos globais, locais e empresariais, além das necessidades atuais, permitindo a preparação para eventos futuros.


O que o design de futuros promove?

A partir do conhecimento de futuros possíveis, empresas podem se preparar para mudanças repentinas de cenários com o desenvolvimento de planos de ação. A transição é mais fluida, sem o tranco da ruptura, nem o desespero do desconhecido.


Vamos construir juntos o novo normal?

Muitas coisas vão mudar para melhor dentro desse caos e colapso. Para isso, são necessárias disciplina e resiliência para sustentar essas transições até que elas parem de doer e estejamos 100% adaptados.

Sabemos que construir esse novo normal é um desafio muito grande. Para isso, temos feito um grande exercício de pensar em como podemos aprender e fazer juntos essas transformações. Apesar do isolamento social, ninguém conseguirá fazer isso sozinho.

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